Gestão de espaços
Gestão de ateliês e espaços independentes, organização administrativa e rotinas operacionais, pagamentos e crm.
Projeto: Uberbau_house ateliê de arte
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Editais e desenvolvimento
Mapeamento de oportunidades, estruturação de propostas, inscrições, documentação e acompanhamento.
Projeto: Uberbau_house ateliê de arte
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Produção cultural
Planejamento, organização logística e acompanhamento de exposições, eventos e outras iniciativas, da preparação à execução.
Projeto: Exposição “Toda a floresta grita”
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Projeto: Exposição ”Atravessou a rua com seu passo tímido”
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Pesquisa e seleção de obras
Pesquisa de artistas e obras, levantamento de referências e seleção de trabalhos para espaços e projetos.
Projeto: Francisco Hue Arquitetura
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créditos das imagens: projeto acervos digitais + arquigrafia: visão computacional aplicada a arquivos de arquitetura, arte e design
MBA em Gestão de Museus e Inovação
Circulações do Sul propõe um dispositivo de intercâmbio artístico e circulação cultural entre países da América Latina, buscando ampliar a mobilidade de artistas e fortalecer redes de cooperação regional. A partir de uma experiência-piloto entre Argentina e Brasil, o projeto articula residência artística e exposição de retorno, criando novas possibilidades de encontro e circulação para a arte latino-americana, a partir de um olhar do Sul para o Sul.
Em uma aula de Giselle Beiguelman, conheci o protótipo de interface Herbário de acervos de museus brasileiros, hoje chamado Meta-Acervos, que propõe novas formas de navegar por acervos digitais a partir das próprias imagens, criando aproximações e agrupamentos visuais.
Gostei da pergunta que deu origem ao projeto: “como criar acervos que ainda não existem?”. Ela também abordou os erros e o racismo algorítmico, destacando como os acervos carregam as hierarquias de quem os organiza e as histórias que essas estruturas deixam de fora.
Ao mesmo tempo que eu conhecia as ruas de São Paulo e tinha um encontro cru com essa realidade, a obra conseguia condensar tão bem essa dinâmica e propor uma ação tão sensível: o encontro entre quem habita as ruas e um comerciante disposto a oferecer abrigo. Uma intervenção capaz de desestabilizar as rotinas cotidianas e tocar de perto realidades sociais complexas.
Vivimos el recrudecimiento del tiempo. Su erosión. La construcción de nuevos modos que, como piedras, se erigen en una consistencia compacta de materiales procedentes de otros lugares, momentos, y materialidades. ¿Cuáles son éstas?
¿Qué rol cumple el sonido?
es imperioso hacer lectura del derrumbe de estos tiempos, buscar la idea de la verdad en la sencillez y dignidad.
Es necesaria una sonoridad que traduzca nuestros modos de vida, la expresividad de lo extremo contenida en sonidos, en posibilidades auditivas de un tiempo, un lugar, un contexto, una huella, un dolor y ceguera que hace audible su malestar.”
La música, tal vez, puede dar un paisaje, voz, y saciedad, puede-quizás-inventar un mundo imposible que haga que todo sea posible.
Elas acentuam a oscilação ambivalente de, ao mesmo tempo, abrirem-se em floreios e retraírem-se na síntese formal, preencherem o espaço e incorporarem seus vazios, ensaiarem uma leveza de movimento apesar do peso matérico incontornável, ou mesmo habitarem uma zona integradora entre desenho, escultura e instalação - ou entre monumento e filigrana. Carapiá convida a compreender que não há contradição entre estar afincada no chão ancestral e alçar voo. “